"Momentos com o PAPA"
“Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino.
E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada.
Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra?
Uma porta fechada.
Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor!
Não abre as portas!
E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus.

Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...)

Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!" (Papa Francisco)   
09/10/14

A verdade anda ausente em algumas comunidades. Falemos à verdade a respeito do que pensamos, melhor incomodar e ser sinceiro, que falar por trás e ser fofoqueiro!

TORTURAR AS PESSOAS É UM PECADO MORTAL, UM PECADO MUITO GRAVE!

Depois do Angelus o Papa recordou que no próximo dia 26 de Junho celebra-se o Dia das Nações Unidas para as Vítimas da Tortura, e exprimiu a sua condenação por todos tipos de tortura no mundo:Por esta circunstância, reitero a minha firme condenação de qualquer forma de tortura e convido os cristãos a empenharem-se para colaborar na sua abolição e para apoiar as vítimas e os seus familiares. Torturar as pessoas é um pecado mortal, um pecado muito grave!
http://www.news.va/pt/news/a-medida-do-amor-de-deus-e-amar-sem-medida-o-papa


A medida do amor de Deus é amar sem medida. A tortura é pecado mortal – o Papa durante o Angelus

Perante uma imensa multidão de fiéis reunida na Praça de S. Pedro para a oração mariana do Angelus Papa Francisco começou por recordar que a Igreja na Itália e em muitos outros Países do mundo celebra neste Domingo a festa do Corpo e Sangue de Cristo e comentou o Evangelho de João que apresenta o discurso de Jesus na sinagoga de Cafarnaum sobre o “pão de vida”. Jesus sublinha nas suas palavras – disse o Papa – que não veio a este mundo para dar alguma coisa mas para dar a si mesmo, a sua vida, como alimento para aqueles que têm fome d’Ele. E explicou:

Esta comunhão com o Senhor empenha a nós, seus discípulos, a imitá-lo, fazendo da nossa existência um pão partido para os outros, como o Mestre partiu o pão que é a sua carne.

E todas as vezes que participamos na Missa e nos alimentamos do Corpo de Cristo, continuou o Papa Francisco, a presença de Jesus e do Espírito Santo opera em nós, molda o nosso coração, e nos comunica atitudes interiores que se traduzem em comportamentos segundo o Evangelho:

Antes de tudo, a docilidade à Palavra de Deus, depois a fraternidade entre nós, a coragem do testemunho cristão, a fantasia da caridade, a capacidade de dar esperança aos desesperados, de acolher os excluídos. Deste modo, a Eucaristia faz amadurecer um estilo de vida cristã. A caridade de Cristo, acolhida de coração aberto, nos transforma, nos torna capazes de amar não segundo a medida humana, que é limitada, mas segundo a medida de Deus, isto é, sem medida.
Deste modo, nos tornamos capazes de amar até mesmo aqueles que não nos amam, de resistirmos ao mal com o bem, a perdoar, a partilhar, a acolher, e a nossa vida se tornam "pão partido" para os nossos irmãos. E, vivendo assim, descobrimos a verdadeira alegria, a alegria de nos fazermos dom para os outros, em troca do grande dom que recebemos, sem o nosso mérito.

E o Papa concluiu dizendo que Jesus desceu do céu e se fez carne graças à fé de Maria. Ela, depois de o ter trazido consigo com amor inefável, também o seguiu fielmente até à Cruz e à ressurreição, convidando em seguida os fiéis a pedir a intercessão de Maria para que a todos ajude a redescobrir a beleza da Eucaristia e a fazer dela o centro da vida

Depois do Angelus o Papa recordou que no próximo dia 26 de Junho celebra-se o Dia das Nações Unidas para as Vítimas da Tortura, e exprimiu a sua condenação por todos tipos de tortura no mundo:
Por esta circunstância, reitero a minha firme condenação de qualquer forma de tortura e convido os cristãos a empenharem-se para colaborar na sua abolição e para apoiar as vítimas e os seus familiares. Torturar as pessoas é um pecado mortal, um pecado muito grave!
E por último o Papa dirigiu a sua saudação a todos os presentes, romanos e peregrinos, e de modo particular, e de todos se despediu com o seu habitual
“Bom Domingo, bom almoço, rezai por mim, … e arrivederci!”

Foi realizada dia 01 de junho à noite nos Jardins do Vaticano, a tradicional procissão com a recitação do Rosário, como conclusão do mês mariano. Os fiéis, guiados pelo Cardeal Angelo Comastri, vigário geral do Papa para a Cidade do Vaticano, rezaram em procissão da Igreja de Santo Estevão dos Abissínios à Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, que reproduz aquela que está em Massabielle. Aqui os veio encontrar o Papa Francisco que concluiu o rito com uma breve meditação sobre o Evangelho da festa da Visitação.Maria - disse o Papa - "foi apressadamente" a casa da velha prima Isabel", não perdeu tempo, foi imediatamente paraservir. E' a Virgem da prontidão"- observou o Papa - "está pronta imediatamente a dar-nos ajuda quando a invocamos, quando pedimos o seu apoio e a sua protecção". "Em muitosmomentos da vida ", em que temos alguma necessidade - continuou - devemos "recordar que ela não se faz esperar: é Nossa Senhora da prontidão, vai imediatamente para servir".
O Cardeal Comastri guiou em seguida a oração à Virgem:"Virgem e Mãe Maria, tu que, movidapelo Espírito Santo, recebeste o Verbo da vida na profundidade da tua humilde fé, dadatotalmente ao Eterno Senhor, ajuda-nos a dizer o nosso “sim” na urgência, mais imperiosa do que nunca, de fazermos ressoar a Boa Nova de Jesus. Concede-nos agora um novo zelo de ressuscitados para levarmos a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dá-nos a santa audácia de procurar novas vias para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga.Estrela da nova evangelização, ajuda-nos a brilhar no testemunho da comunhão, do serviço,da fé ardente e generosa, da justiça e do amor para com os pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia seja privada da sua luz. Mãe do Evangelho vivo, fonte de alegria para os mais pequeninos, roga por nós. Ámen. Aleluia".
O Papa Francisco, concedeu em seguida, a sua bênção, ficando por uns instantes para saudar algum doente antes de regressar à Casa Santa Marta
Publicado dia 02/06/14


Paz e ecumenismo: na Audiência, Papa recorda sua viagem à Terra Santa
Cidade do Vaticano (RV) - A viagem à Terra Santa foi o tema da Audiência Geral esta quarta-feira, na Praça S. Pedro.
O Papa Francisco fez uma pausa em suas catequeses sobre os sete dons do Espírito Santo, para falar da recente peregrinação que ele definiu como “um grande dom para a Igreja”.
Depois de agradecer a todas as autoridades eclesiásticas e civis que cooperaram para a realização da visita, de modo especial os franciscanos, o Pontífice recordou a motivação principal que o levou à terra de Jesus: celebrar o 50 anos do encontro entre Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, rezando desta vez no Santo Sepulcro com Bartolomeu I.
“Naquele local onde ressoou o anúncio da Ressurreição, sentimos toda a amargura e o sofrimento das divisões que ainda existem entre os discípulos de Cristo. A divisão faz mal ao coração. Ainda estamos divididos? Naquele local onde Jesus nos dá a vida, nós ainda estamos um pouco divididos”, disse Francisco. Mas sobretudo, naquela celebração repleta de recíproca fraternidade, estima e afeto, ouvimos forte a voz do Bom Pastor ressuscitado que quer reunir todas as suas ovelhas em um só rebanho; sentimos o desejo de curar as feridas ainda abertas e prosseguir com afinco o caminho para a plena comunhão.”
Mais uma vez, como fizeram os Papas precedentes, eu peço perdão por aquilo que fizemos para favorecer esta divisão. E peço ao Espírito Santo que nos ajude a curar as feridas que nós fizemos aos outros irmãos. Todos somos irmãos em Cristo e com o Patriarca Bartolomeu somos amigos, irmãos compartilhamos a vontade de caminhar juntos.
O Papa continuou recordando que outra finalidade desta peregrinação foi encorajar na região o caminho rumo à paz - encorajamento feito nas três etapas da visita: Jordânia, Palestina e Israel. “Eu o fiz sempre como peregrino, levando no coração uma grande compaixão pelos filhos daquela Terra, que há muito tempo convivem com a guerra e têm direito de conhecer finalmente dias de paz! (...) A paz se faz artesanalmente. Não existem indústrias de paz. Ela é feita todos os dias, artesanalmente e também com o coração aberto para venha o dom de Deus.”
Na Jordânia, Francisco se declarou “impressionado” com a generosidade da população, que acolhe milhares de refugiados em seu território, que fogem das guerras na região. “Que Deus abençoe este povo acolhedor”, disse o Papa, pedindo que a comunidade internacional ajude o país neste trabalho de acolhimento.
Ainda sobre o tema da paz, o Pontífice recordou o convite feito aos Presidentes de Israel e da Palestina, “homens de paz e artífices da paz”, a virem ao Vaticano para rezarem pela paz.
Por favor, peço a vocês que não nos deixem só. Rezem muito para que o Senhor nos dê a paz naquela terra abençoada. Conto com a oração de vocês, forte, rezem muito para que reine a paz.
Por fim, Francisco afirmou que sua viagem foi também a ocasião para confirmar na fé as comunidades cristãs que tanto sofrem, e expressar a gratidão de toda a Igreja pela presença deles naquela região e em todo o Oriente Médio.
Com esta visita, quis levar uma palavra de esperança; mas também eu a recebi; recebi-a de irmãos e irmãs que continuam a «esperar contra toda a esperança», por meio de tantos sofrimentos, como os que fugiram de próprio país por causa de conflitos, ou que discriminados e desprezados por causa da sua fé em Cristo. Rezemos por eles e pela paz na Terra Santa e em todo o Oriente Médio. A oração de toda a Igreja ampare também o caminho rumo à plena unidade entre os cristãos, para que o mundo creia no amor de Deus que em Jesus Cristo veio habitar entre nós.
Com a multidão, o Papa rezou um Ave-Maria para pedir a intercessão de Nossa Senhora, “rainha da paz, da unidade, mãe de todos os cristãos, para que dê a paz a todo o mundo e que Ela nos acompanhe neste caminho da unidade”.
Na Praça S. Pedro, havia mais de 50 mil pessoas. Entre elas, inúmeros brasileiros que assim foram saudados pelo Papa Francisco:
De coração saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, com menção particular dos grupos da Academia Paulista de Magistrados e do Instituto São Boaventura bem como os fiéis de Brasília, Campinas e Rolândia, encorajando-vos a ser por todo o lado testemunhas de esperança e caridade. E, se alguma vez a vida fizer desencadear turbulências espirituais na vossa alma, ide procurar refúgio sob o manto da Santa Mãe de Deus; somente lá encontrareis paz. Sobre vós, vossas famílias e paróquias desça a Bênção do Senhor!
Publicado dia 29/05/14

"Momentos com o PAPA"

"Homem, quem és? Não te reconheço? Em quem te tornaste? De que horrores foste capaz? …
Quem te contagiou a presunção de te apoderares do bem e do mal? Quem te convenceu que eras deus? …"

No Memorial do Holocausto, Papa Francisco evoca a tragédia do homem desfigurado que pretende
ser Deus. Senhor, misericórdia!
Especialmente intenso e comovente foi a visita feita ao Memorial de Yad Vashem, em que se recordam todas as vítimas do Holocausto dos Judeus. Acompanhado pelo Presidente Shimon Peres e pelo Primeiro ministro Netanyau, o Santo Padre participou numa cerimónia invocativa da tragédia que constituiu o extermínio do milhões de judeus na II Grande Guerra, incluindo algumas leituras, cantos religiosos e orações.
Nas sentidas palavras que pronunciou, o Papa partiu da pergunta que o Senhor dirige a Adão, no livro do Génesis: “Onde estás?”.  Onde estás, ó homem, onde foste parar?
Neste memorial do Holocausto, ouvimos ressoar esta pergunta, onde está toda a dor do Pai que perdeu o filho. Este grito – onde estás? – ressoa aqui perante a tragédia incomensurável do Holocausto, como uma voz que se perde num abismo!
Homem, quem és? Não te reconheço? Em quem te tornaste? De que horrores foste capaz? …
Quem te contagiou a presunção de te apoderares do bem e do mal? Quem te convenceu que eras deus? …
Da terra levanta-se um gemido submisso: Tende piedade de nós, Senhor! …
Escutai a nossa oração! Salvai-nos pela vossa misericórdia! Salvai-nos desta monstruosidade! … Nunca mais, nunca mais!

Adão, onde estás? Eis-nos aqui, Senhor, com a vergonha daquilo que o homem, criado à vossa imagem e semelhança, foi capaz de fazer. Lembrai-Vos de nós, na vossa misericórdia?

Publicado dia 26/05/14

Conhecido pela quebra de protocolos, o papa Francisco surpreendeu sua comitiva e o pessoal responsável pela sua segurança na Cisjordânia ao descer do papamóvel e orar próximo a um muro de segurança israelense em Belém.
O Pontífice chamou o impasse envolvendo Israel e Palestina de “inaceitável” e encorajou os povos a “empreender este feliz êxodo rumo à paz com a coragem e a firmeza necessária para todo êxodo".
Cercado por muitos fiéis, o Papa fez ordenou uma parada inesperada, desceu do veículo e tocou o polêmico muro, que Israel diz ser necessário para garantir sua segurança - os palestinos afirmam que a edificação atrapalha o deslocamento pela região. Com o muro, Israel controla todas as entradas e saídas da cidade.

Por um breve momento, Francisco abaixou a cabeça e fez uma oração no local,
 antes de seguir com o roteiro oficial da viagem. Ao lado de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, o Papa afirmou que chegou a hora de "colocar um fim a essa situação, que se tornou inaceitável". Segundo o Pontífice, os dois lados precisam fazer sacrifícios para a criação de dois Estados, com fronteiras internacionalmente reconhecidas, baseadas nos direitos e segurança mútuos.


Publicado dia 26/05/14

Voltar
voltar